"... Assim, quando capaz, manifeste incapacidade. Quando ativo, manifeste inatividade. Quando próximo, manifeste-se longe. Quando longe, manifeste-se próximo. Assim quando ele buscar vantagem, desoriente-o. Quando estiver no caos, tome-o. Quando for substancial, prepare-se contra ele.
Quando for forte, evite-o. Quando estiver irado, atormente-o.
Ataque quando ele estiver despreparado. Surja quando ele não espera."
Sun Tzy, em A arte da guerra.

Se os ensinamentos de SUN TZU parecem deslocados, experimente pensar neles como ensinamentos táticos. Nos jogos de tabuleiro, sempre se busca a dominação : através da conquista de peças ou de territórios. No xadrez, conquista-se peças do adversário.

Existe uma busca pela derrota do adversário, demonstrando que se é melhor que o seu oponente; que se é mais rápido, mais esperto, mais inteligente... Esta é a finalidade essencial, primordial e final do jogo de xadrez: descobrir-se quem é melhor.

Toda guerra baseia-se no logro; se você estiver perto, faça parecer que está longe; quando estiver longe, procure parecer que está perto”

Este trecho de “A Arte da Guerra”, de Sun Tsu, estrategista milenar, refere-se a uma noção largamente aceita no meio da estratégia militar. Com o passar dos anos, os conceitos referentes ao sucesso na condução dos exércitos à vitória nas batalhas começaram a permear o raciocínio dos estrategistas corporativos, que, metaforicamente, passaram a considerar o mercado como campo de batalha, os clientes como objetivos a serem conquistados e os concorrentes como inimigos a serem derrotados.

A Chess CBS presta uma homenagem ao mais antigo jogo de estratégias até então conhecido, o xadrez. O tabuleiro representa o campo de batalha (o mercado), e as peças com seus movimentos peculiares representam as armas que temos para estar neste competitivo mercado.